A nova ferramenta mobile da google vai revolucionar o comportamento social

Dentro dessa realidade, de interação mobile, há aqueles que defendem, e os que são contra a ideia. Muitos estudos sociais vem sendo feitos em cima disso, e varias indagações tem preocupado os estudiosos da área. E uma das perguntas, talvez a mais perturbadora seja: até que ponto esses avanços tecnológicos são, de fato, bons para sociedade? Pois querendo ou não a prática disso tem sido: Internet, celular, tablets – Aproximando quem esta longe, distanciando quem esta perto!

Sou suspeito pra opinar, pois segundo o estudo feito pela DM9 sobre perfis “digigráficos” faço parte dos “Emparelhados” : aqueles em que a tecnologia é fundamental para por em prática os projetos da vida.

Enfim, o avanço não para ou volve seus olhos ao passado, pelo contrário… ele AVANÇA rs. De um jeito ou de outro, emparelhados ou não, simpatizantes ou não, o digital virá, mais e mais. Sou grato por isso, não posso negar. Mas uma ressalva é importante, ainda: tecnologia não substitui amor, toque, contato… pessoas.

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Filosofia “Matrix”, sei como é!

Hoje era pra ser um dos dias mais incríveis da minha vida, o dia em que eu iria dar o primeiro passo em direção ao mundo que eu criei quando criança. Mas que deixei de lado, pois os mais velhos disseram que os problemas eram maiores que os sonhos. Não são!

Enfim… não aconteceu. As circunstancias decidiram, sem consultar as emoções, que eu não era digno. Digno de viver o “sonho americano”. O que elas não entendem é que quem decide sou eu! Talvez essa seja a razão de doer tanto, saber que mesmo tendo o poder de escolha corro o risco de me frustrar.

Se for pra ser assim, de que adianta falar de liberdade? Aliás, essa ideia não me convence mais, pois massacraram meu sonho pra me mostrar que não existe , sem considerar o que eu pensava a respeito. Não há liberdade!

Passei a acreditar em algo mais complexo, mais elaborado, como uma outra realidade onde existe um controle, de tudo, e dentro desse sistema uma única regra pra reger a vida das pessoas, a minha vida, e a essa regra foi dado o nome de “Mentira”.

Uma mentira contada apenas com fragmentos de verdade, conduzindo-nos a uma sociedade que diz “você é livre”, sem perceber que a contradição dessa ideia é a própria maneira de viver. Quem sabe algum dia essas coisas mudem, para pior é claro, e talvez eu reaja. Ou pelo menos tente me enganar, como fiz agora, só para fugir da responsabilidade de ter que decidir.

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Nessa briga entre Coca e Pepsi-Cola, quem saiu ganhando foi a publicidade

Com as grandes mudanças sociais que estavam acontecendo o ritmo de vida das pessoas também havia mudado, e para pior. A sociedade agora pertencia a uma nova era, onde a fuga para as drogas farmacêuticas faziam parte da realidade. Tendo isso em vista, os químicos e estudiosos da área consideraram uma grande oportunidade mercadológica produzir produtos que traziam em si a incumbência de resolver tais problemas, como se fossem “elixires milagrosos”. E funcionou, não por muito tempo.

Em 1885 , John Pamberton, traz a tona um tônico feito a base de folha de coca e noz-de-cola. Seu objetivo: Livrar as pessoas do vício da morfina! Funcionou, não como um remédio, mas como algo que pessoas sãs estavam pagando pra beber, ou seja… pelo sabor. Assim reformulando o líquido, John Pamberton passou a vender o produto nas lanchonetes, nascia a Coca-Cola.

“Sob o mesmo contexto é criado o xarope de pepsina pelo farmacêutico Caleb Bradhan, com o propósito de auxiliar na indigestão alimentar. Anos depois, surge a Pepsi-Cola.

A guerra começara, de um lado COCA-COLA, ganhando o mundo com seu sabor e devido aos grandes investimentos publicitários. Do outro a PEPSI-COLA, vivendo sob a sombra de sua rival, com poucos investimentos e sendo considerada inclusive como bebida de baixo nível, feita para os pobres.

Tanto a Coca, como a Pepsi deram um novo rumo a publicidade. A Coca-Cola foi capaz de interferir inclusive na cultura, transformando o símbolo natalino, do que antes era verde e azul, para agora vermelho e carismático, encantando e fidelizando gerações, tornando o Papai Noel em um símbolo do produto.

Já a Pepsi fez acontecer no meio televisivo, nenhuma empresa jamais havia investido tanto quanto a mesma no setor. Com Michael Jackson estrelando como garoto propaganda do “Pepsi Generation” como era de se esperar, foi um sucesso.

Enfim, a publicidade atual e futura sempre terá contas a prestar com o mundo das Colas, afinal de contas foram elas quem deram “tesão” e grande valor ao mesmo.

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Harry Potter e Religião, apenas um exemplo dentro da indústria cultural.

No Brasil cerca de cinco milhões de pessoas já assistiram Harry Potter, falando apenas do primeiro filme – “Harry Potter e a Pedra Filosofal”.

Uma pesquisa feita no ano de 2010 no Rio de Janeiro e em São Paulo constatou que 69% das meninas, 67% dos meninos, 55% das mulheres e 39% dos homens que assistiram ao filme nos cinemas, posteriormente tinham a intenção de alugar o filme em VHS ou DVD. Esses dados deixam claro que Harry Potter realmente agradou e gerou curiosidade perante a massa.

A indústria cinematográfica é responsável pela arrecadação de milhões em todo o mundo. A todo tempo filmes e mais filmes são lançados e comercializados com um único objetivo – o faturamento e as novas oportunidades de mercado a partir de cada obra.

Cada grande sucesso do cinema hollywoodiano além de ter gerado milhares de milhões de dólares trouxe também tendências e oportunidades mercadológicas, fazendo com que o filme em si seja apenas o inicio de uma série de transações comerciais que tem como objetivo promover ainda mais o consumo. O poder do cinema é tão grande que graças a ele filmes tornam-se parte da cultura humana, de um modo geral, através de cenas, bordões ou trilhas sonoras que entram para a história.

De um modo geral a indústria cultural não se preocupa com o que está sendo exposto, quer seja bom quer seja ruim e se vão ou não de encontro com valores arraigados na civilização. Contanto que exista uma demanda para o seu produto, valores e preceitos são deixados de lado em prol do comércio, pois o que realmente a interessa são as negociações. O filme nada mais é do que um produto, algo meramente comercial, cujas preocupações não estão em acrescentar valor ao ramo artístico da sociedade e sim ao capitalismo. Analisando por esse prisma, o cinema pode se tornar algo extremamente perigoso em relação aos valores morais e religiosos de qualquer meio social. Uma vez que ele é bem aceito e imensamente consumido a preocupação deveria ser – Que tipo de opinião estamos formando?

Em sua obra A indústria cultural – O Iluminismo Como Mistificação de Massas Horkheimer e Adorno (2000) dizem que a indústria cultural atesta a unidade em formação da política e que as distinções entre filmes de classe A e B, ou entre histórias, não são tão infundados na realidade, na verdade servem para classificar o consumidor como um só e por fim padronizá-lo. Adorno quer nos dizer que na verdade não existe diferença entre o que é oferecido a um público A e um público B. Uma massa padronizada. Ou seja, não importa o que está sendo veiculado, contanto que se venda.

Dentro da indústria cultural, o cinema em si não oferece ao consumidor a oportunidade de classificar ou julgar o que é ruim e reter somente o que for bom, não! Independente de como a obra é apresentada, querendo ou não, todos são afetados, direta e indiretamente, por tudo aquilo que a indústria quis que fossem. A percepção do que é mais relevante pode variar, de acordo com cada um, porém não muda o fato do filme ser apresentado como um todo e não somente como algo contendo partes relevantes.

Partes do Projeto de iniciação cientifica, desenvolvido no segundo semestre de 2011. Ivan Rezende

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Steve Jobs – O homem que determinou como seria o hoje!

Em uma época onde a tecnologia que se tem hoje seria considerada magia, Steve Jobs fez acontecer! Quem diria?

Um sujeito magrela simpatizante a moda hippie , com habitos alimentares e higienicos nada agradaveis. Sim esse cara foi capaz de provar que a sujeição aos preceitos sociais e o apego ao material não interferem e muito menos impedem nada. NADA.

Acho que o considero mais que um grande pensador, tenho pra mim que Steve foi um super-herói, um sobre-humano. Não pelo fato de possuir poderes e coisas do tipo, mas pelo fato de ACREDITAR que os possuía. Ele foi capaz de distorcer a realidade a tal ponto que hoje temos mais que hardware e software, temos motivação e exemplo. Ele criou o conceito de que não existe Impossível! Redefiniu toda a nossa maneira de entender as horas, os dias e os anos, conceitualmente é claro, atribuiu emoção e prazer a tudo isso. Se antes o desejo era de que vida passasse logo, hoje vem a ser o contrário, pois ele despertou em nós a necessidade de esperar, aguardar e por fim surpreender-se.

A curiosidade de saber como será daqui pra frente, já não é a mesma… pois o homem que determinava como tudo deveria ser, deixou de o fazer, deixou de trazer seus sonhos pra realidade e dar mais cor a ela, essa talvez seja a maior razão pra eu não considerar Steve Jobs um super-herói, pois ele foi capaz de mudar o futuro de todos mas nem todos juntos fomos capazes de mudar o seu, ele se foi.

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Queria que o mundo soubesse!

Pare de se preocupar e finjir que se importa. E se fosse pra perguntar eu perguntaria: Porque as coisas que você diz não estão em harmonia com as que faz? Talvez porque você prefira viver nessa perfeição utópica, escondendo-se daquilo que “não te afeta” mas que afeta os outros, escolhendo o mais fácil só pra não dificultar a satisfação do seu egoísmo e por fim abandonar o barco. Considerar isso covardia é pouco. Ou então o paradoxo esteja certo ao considerar que pra ser covarde é preciso coragem. 
E ,sim, as vezes racionalizar a dor vem a ser o único meio de conviver com ela, deixar de odiá-la e passar a sentir, criar uma amizade incomum. Ser amigo do sofrimento e permitir que a felicidade, um tanto quanto tímida, venha nos visitar de tempo em tempo e assim formar um trio, onde tudo pode ser intenso e ao mesmo tempo equilibrado. Mas na verdade o balanço das coisas pouco importa, pois os momentos ruins e os bons virão outra vez, sendo assim basta viver, consciente de que os sonhos e as oportunidades não virão só, a frustração fica encarregada de acompanha-los.
Caso duvide pergunte a alguém que ainda acredita, apesar do risco considero uma grande virtude, acreditar. Parece que a vida não vai além das pessoas, que o único motivo pelo qual se atribui valor a ela, são os outros. Aqueles que se amam, que se querem perto, que se fazem bem mesmo fazendo mal.
Assim estarei conhecendo, amando, e ,mesmo que não seja permitido, até odiando, e quando for a hora, deixar-se levar, aceitar… E por fim morrer levando no peito as perguntas nunca respondidas e os conflitos que ninguém entendia, nem mesmo eu.

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Quebrando o gelo

Olá,

Então. . . minha intenção ao criar esse blog é poder postar textos, imagens, vídeos e afins. Poder comentar, criticar, expor ideias e emoções. Enfim, me expressar! Talvez você deve estar pensando “E quem é esse Ivan Rezende pra querer opinar nas coisas ou falar sobre sua vida?” Bom, realmente não sou nada além de mais um blogueiro, até então  e  aspirante à publicitário. Por isso o interesse tem de ser totalmente seu, não posso te obrigar a acessar e me dar ibope, posso? Quanto a qualidade do meu conteúdo sou suspeito em dizer, mas farei o melhor, que pode ser o pior no ponto de vista de alguns.

Espero que gostem;

Até mais 😉