Arquivo da categoria: Comunicação

Peste Brasileira

Colonizado por homens cujo as tradições e crenças lhes foram impostas em uma época onde não havia necessidade maior do que aceitá-las.

Uma terra única em que o bem comum era ela por si só.

Peste carregada nos ombros e que foi capaz de impregnar-se na mente, na cultura e no sistema, determinando como seria o futuro deste país!
Socialista sim! Que paradoxo. Buscar incessantemente o benefício próprio, manipulando os seus a pensarem que o acúmulo é pecado e que o dinheiro é sujo.

Quem me dera desfrutar de um sistema capitalista literal, usufruir primeiro e pagar depois, pensar em conjunto, votar com prazer, envelhecer com dignidade e morrer em paz. Quem me dera ser brasileiro de primeiro mundo.

Quem me dera ser ouvido!

Caravela – Google Image

 

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The Avengers – É e não É!

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O filme mais falado do ano, até então, não é tudo aquilo que se imaginava. E você ainda tinha dúvidas quanto a isso? É óbvio que não seria. Ou realmente acredita que o dinamismo apresentado nos trailers seria algo constante em toda a produção?

Por trás de cada frame há alguém pensando em como dizer que o material apresentado é muito melhor do que realmente é! E isso sim é incrível. Sim o filme é bom, fantástico. E contém algumas das cenas mais impressionantes que já vi no cinema, mas ainda sim deixa a desejar. Estou falando de roteiro, conteúdo.

Como entender personagens como a Viúva Negra, Capitão América e Arqueiro, que ficam para escanteio durante a história? Claro, o que eles não fizeram, Hulk e o Iron Man deram conta do recado, e em dobro! Os verdadeiros heróis desse filme são aqueles que pensaram em como gerar uma super-expectativa, sabendo que tal retorno não haveria, mas que a princípio converteria essa curiosidade em milhares de milhões de dólares.

E tudo isso através de uma coisa simples, barata e antiga: Mkt IdeiaVírus, boca-a-boca, ou seja, de acordo com a curva de difusão de ideias o grupo de Adotantes Prematuros teve êxito no seu papel ao estabelecer um campo favorável para que a Maioria Prematura e Tardia passassem a consumir essa cultura, e consequentemente formar uma opinião crítica sobre o filme e deixar de lado a filosofia dos Inovadores, que consomem só pelo fato de manter-se atualizados.

Fascinante.

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Elenco The Avengers

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“Pense diferente”

Houve um tempo onde todos pensavam iguais?

Sim! Quando? Sempre! Essa característica básica transcende os anos ou a modernidade. Pessoas, massa, pensavam iguais e continuam pensando. Isso não vai mudar, fico feliz por isso.

A massa não precisa pensar diferente, pois existe quem faça isso por ela, nós – profissionais da comunicação e do marketing. Ofensivo? Talvez, mas quem disse que o mercado se importa, gerar receita é a única regra. O resto é resto!

Quando a Apple criou o slogan “Pense diferente” não foi para dizer essa utopia de forma literal. Na verdade foi uma boa estratégia de marketing, ou seja, pessoas são iguais em todas as suas características básicas, porém ao adquirir um produto Apple estão “agindo, pensando diferente”.

Quer ideia melhor do que essa? Deixar o mundo agir como se fosse exatamente o que você é, alguém criativo!

Não seria nada justo se essa ideia fosse literal, afinal preciso por o pão na mesa. rs

Apple Logo Antiga – Campanha “Think Different”

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Ela não se limita ao tempo e a cultura.

O maior movimento na história da humanidade foi chamado de Cristianismo, intenso a ponto de dividir o tempo em antes e depois do mesmo. É claro que existe o aspecto Divino e sobrenatural deste evento, mas elimine esses dois fatores por um momento e perceba que o Messias usou única e simplesmente a comunicação a seu favor e não poderes. Tanto é que em pleno século XXI a religião ocidental predominante é o Cristianismo. E quantos desses presenciaram algum milagre?

Nós, profissionais da comunicação, temos uma grande responsabilidade quanto ao que é exibido. Não só pelo fato de haver dinheiro envolvido, mas por se tratar de algo ético e moral. Toda campanha publicitária, pelo menos aquelas que são dignas de se levar em conta, tem de ser criada sob a base de pesquisa, testes e ousadia. Arriscar-se passou a ser algo comum, necessário. Foi-se o tempo em que cada produto era novidade. O mundo não é o mesmo, as pessoas não são as mesmas, porém os produtos e serviços, em sua essência, são os mesmos!

Como comunicar algo já comunicado? Como criar necessidade? Muitos cometem o erro de pensar que o trabalho de um publicitário se resume apenas em filmar, desenhar ou escrever algumas coisas e  por fim “jogar” em qualquer outro meio midiático, julgam que o estudo da comunicação seja inferior aos conhecimentos científicos em destaque, como a matemática e a medicina. Estão todos enganados, pois é graças a uma comunicação eficaz que tais ciências têm seu mérito.

Quanto as críticas eu as entendo. Realmente deve ser frustrante perceber que, tanto durante o curso quanto no mercado de trabalho, nós somos completos. Afinal, tem coisa melhor do que se divertir e ganhar dinheiro com isso?

Não digo que as outras áreas são inferiores, só digo que sem a nossa as outras nem mesmo saberiam como dizer que existem!

É uma questão de necessidade.

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Você não faz ideia do que é Publicidade e Propaganda

Aquilo que você vê na televisão, lê em uma revista ou ouve no rádio não é tão simples quanto parece. Não mesmo! Coube a aos comunicadores a função de criar algo complexo e vende-lo de forma simples.

Criatividade, criação, ideias, seja lá como você queira chamar, não é algo que todos tenham, mas que todos podem buscar, aperfeiçoar.

Trabalhar com as emoções do ser humano, ser capaz de envolver e induzir. Dádiva atribuída para aqueles que estudam a ciência da comunicação.

Poder. Graças a belos textos, boas imagens e um magnífico discurso milhões foram levados ao extermínio e uma nação que jazia em problemas e subdesenvolvimento se levanta carregada pelo povo, dominada por um homem.

É claro que não há mérito em vencer a custa de outros, mas não se pode negar o poder de uma comunicação eficaz.

Hitler durante discurso

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A nova ferramenta mobile da google vai revolucionar o comportamento social

Dentro dessa realidade, de interação mobile, há aqueles que defendem, e os que são contra a ideia. Muitos estudos sociais vem sendo feitos em cima disso, e varias indagações tem preocupado os estudiosos da área. E uma das perguntas, talvez a mais perturbadora seja: até que ponto esses avanços tecnológicos são, de fato, bons para sociedade? Pois querendo ou não a prática disso tem sido: Internet, celular, tablets – Aproximando quem esta longe, distanciando quem esta perto!

Sou suspeito pra opinar, pois segundo o estudo feito pela DM9 sobre perfis “digigráficos” faço parte dos “Emparelhados” : aqueles em que a tecnologia é fundamental para por em prática os projetos da vida.

Enfim, o avanço não para ou volve seus olhos ao passado, pelo contrário… ele AVANÇA rs. De um jeito ou de outro, emparelhados ou não, simpatizantes ou não, o digital virá, mais e mais. Sou grato por isso, não posso negar. Mas uma ressalva é importante, ainda: tecnologia não substitui amor, toque, contato… pessoas.

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Nessa briga entre Coca e Pepsi-Cola, quem saiu ganhando foi a publicidade

Com as grandes mudanças sociais que estavam acontecendo o ritmo de vida das pessoas também havia mudado, e para pior. A sociedade agora pertencia a uma nova era, onde a fuga para as drogas farmacêuticas faziam parte da realidade. Tendo isso em vista, os químicos e estudiosos da área consideraram uma grande oportunidade mercadológica produzir produtos que traziam em si a incumbência de resolver tais problemas, como se fossem “elixires milagrosos”. E funcionou, não por muito tempo.

Em 1885 , John Pamberton, traz a tona um tônico feito a base de folha de coca e noz-de-cola. Seu objetivo: Livrar as pessoas do vício da morfina! Funcionou, não como um remédio, mas como algo que pessoas sãs estavam pagando pra beber, ou seja… pelo sabor. Assim reformulando o líquido, John Pamberton passou a vender o produto nas lanchonetes, nascia a Coca-Cola.

“Sob o mesmo contexto é criado o xarope de pepsina pelo farmacêutico Caleb Bradhan, com o propósito de auxiliar na indigestão alimentar. Anos depois, surge a Pepsi-Cola.

A guerra começara, de um lado COCA-COLA, ganhando o mundo com seu sabor e devido aos grandes investimentos publicitários. Do outro a PEPSI-COLA, vivendo sob a sombra de sua rival, com poucos investimentos e sendo considerada inclusive como bebida de baixo nível, feita para os pobres.

Tanto a Coca, como a Pepsi deram um novo rumo a publicidade. A Coca-Cola foi capaz de interferir inclusive na cultura, transformando o símbolo natalino, do que antes era verde e azul, para agora vermelho e carismático, encantando e fidelizando gerações, tornando o Papai Noel em um símbolo do produto.

Já a Pepsi fez acontecer no meio televisivo, nenhuma empresa jamais havia investido tanto quanto a mesma no setor. Com Michael Jackson estrelando como garoto propaganda do “Pepsi Generation” como era de se esperar, foi um sucesso.

Enfim, a publicidade atual e futura sempre terá contas a prestar com o mundo das Colas, afinal de contas foram elas quem deram “tesão” e grande valor ao mesmo.

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Harry Potter e Religião, apenas um exemplo dentro da indústria cultural.

No Brasil cerca de cinco milhões de pessoas já assistiram Harry Potter, falando apenas do primeiro filme – “Harry Potter e a Pedra Filosofal”.

Uma pesquisa feita no ano de 2010 no Rio de Janeiro e em São Paulo constatou que 69% das meninas, 67% dos meninos, 55% das mulheres e 39% dos homens que assistiram ao filme nos cinemas, posteriormente tinham a intenção de alugar o filme em VHS ou DVD. Esses dados deixam claro que Harry Potter realmente agradou e gerou curiosidade perante a massa.

A indústria cinematográfica é responsável pela arrecadação de milhões em todo o mundo. A todo tempo filmes e mais filmes são lançados e comercializados com um único objetivo – o faturamento e as novas oportunidades de mercado a partir de cada obra.

Cada grande sucesso do cinema hollywoodiano além de ter gerado milhares de milhões de dólares trouxe também tendências e oportunidades mercadológicas, fazendo com que o filme em si seja apenas o inicio de uma série de transações comerciais que tem como objetivo promover ainda mais o consumo. O poder do cinema é tão grande que graças a ele filmes tornam-se parte da cultura humana, de um modo geral, através de cenas, bordões ou trilhas sonoras que entram para a história.

De um modo geral a indústria cultural não se preocupa com o que está sendo exposto, quer seja bom quer seja ruim e se vão ou não de encontro com valores arraigados na civilização. Contanto que exista uma demanda para o seu produto, valores e preceitos são deixados de lado em prol do comércio, pois o que realmente a interessa são as negociações. O filme nada mais é do que um produto, algo meramente comercial, cujas preocupações não estão em acrescentar valor ao ramo artístico da sociedade e sim ao capitalismo. Analisando por esse prisma, o cinema pode se tornar algo extremamente perigoso em relação aos valores morais e religiosos de qualquer meio social. Uma vez que ele é bem aceito e imensamente consumido a preocupação deveria ser – Que tipo de opinião estamos formando?

Em sua obra A indústria cultural – O Iluminismo Como Mistificação de Massas Horkheimer e Adorno (2000) dizem que a indústria cultural atesta a unidade em formação da política e que as distinções entre filmes de classe A e B, ou entre histórias, não são tão infundados na realidade, na verdade servem para classificar o consumidor como um só e por fim padronizá-lo. Adorno quer nos dizer que na verdade não existe diferença entre o que é oferecido a um público A e um público B. Uma massa padronizada. Ou seja, não importa o que está sendo veiculado, contanto que se venda.

Dentro da indústria cultural, o cinema em si não oferece ao consumidor a oportunidade de classificar ou julgar o que é ruim e reter somente o que for bom, não! Independente de como a obra é apresentada, querendo ou não, todos são afetados, direta e indiretamente, por tudo aquilo que a indústria quis que fossem. A percepção do que é mais relevante pode variar, de acordo com cada um, porém não muda o fato do filme ser apresentado como um todo e não somente como algo contendo partes relevantes.

Partes do Projeto de iniciação cientifica, desenvolvido no segundo semestre de 2011. Ivan Rezende

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Steve Jobs – O homem que determinou como seria o hoje!

Em uma época onde a tecnologia que se tem hoje seria considerada magia, Steve Jobs fez acontecer! Quem diria?

Um sujeito magrela simpatizante a moda hippie , com habitos alimentares e higienicos nada agradaveis. Sim esse cara foi capaz de provar que a sujeição aos preceitos sociais e o apego ao material não interferem e muito menos impedem nada. NADA.

Acho que o considero mais que um grande pensador, tenho pra mim que Steve foi um super-herói, um sobre-humano. Não pelo fato de possuir poderes e coisas do tipo, mas pelo fato de ACREDITAR que os possuía. Ele foi capaz de distorcer a realidade a tal ponto que hoje temos mais que hardware e software, temos motivação e exemplo. Ele criou o conceito de que não existe Impossível! Redefiniu toda a nossa maneira de entender as horas, os dias e os anos, conceitualmente é claro, atribuiu emoção e prazer a tudo isso. Se antes o desejo era de que vida passasse logo, hoje vem a ser o contrário, pois ele despertou em nós a necessidade de esperar, aguardar e por fim surpreender-se.

A curiosidade de saber como será daqui pra frente, já não é a mesma… pois o homem que determinava como tudo deveria ser, deixou de o fazer, deixou de trazer seus sonhos pra realidade e dar mais cor a ela, essa talvez seja a maior razão pra eu não considerar Steve Jobs um super-herói, pois ele foi capaz de mudar o futuro de todos mas nem todos juntos fomos capazes de mudar o seu, ele se foi.

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